Ingredientes:
Mais uma vez, deixo aqui uma foto do meu "incansável esforço" em tentar
compreender como se pode tirar melhor partido de todos estes produtos fantásticos que nos permitem alcançar resultados únicos e originais.
Mas...não pensem que tudo isto foi produzido e compreendido num mês, não, já lá vão alguns anos a "brincar", com estas coisas e ainda não estou enjoado...
O resultado final é simplesmente fantástico.
A HIstória Do CHÁ

A segunda bebida mais consumida no mundo depois da água, o chá tem uma história deliciosa que começou na China há mais de cinco mil anos e que proliferou para os quatro cantos do mundo, onde continua a ser, ainda hoje, muito apreciado. Sabia que os britânicos, talvez os maiores fãs desta infusão, têm de agradecer a uma portuguesa a introdução do chá no seu país?!
UM ACASO QUE DEU CHÁ
Reza a história que no ano 2737 a.C., o imperador chinês Shen Nung e a sua corte estariam a fazer uma pausa durante uma viagem e, enquanto esperavam que os criados fervessem água para beber (o imperador era muito higiénico!), algumas folhas de um arbusto terão caído dentro da mesma, produzindo um líquido acastanhado. O imperador, que também era cientista, ficou com a curiosidade aguçada e resolveu experimentar a bebida, que classificou como muito refrescante. Assim nasceu o chá, que rapidamente conquistou os habitantes desse país, deixando muitas provas históricas: escavações arqueológicas encontraram recepientes de chá nos túmulos da dinastia Han (206 a.C.–220 d.C.), no entanto, foi durante a dinastia Tang (618-906 d.C.) que o chá tornou-se na bebida oficial da China. Atingiu uma popularidade tal, que durante o século VIII foi escrito o primeiro livro inteiramente dedicado a esta bebida – o “Ch'a Ching”, da autoria de Lu Yu.
O JAPÃO TAMBÉM ADERIU
À medida que o chá se tornava cada vez mais parte integrante da cultura religiosa, passou a ser difundido para além das fronteiras chinesas. Foi o que aconteceu no Japão, que foi apresentado a esta bebida fumegante graças a alguns monges budistas japoneses que, depois de terem estado na China a estudar, tiveram a oportunidade de observar a importância que o chá tinha na meditação religiosa, para não falar do seu agradável sabor! Mas foi graças aos seus contornos religiosos que a bebida foi rapidamente aceite no Japão, não só nas cortes reais, mas em todos os quadrantes da sociedade japonesa. Neste país, porém, o chá passou a ser muito mais do que uma simples bebida aconchegante, atingindo mesmo o estatuto de uma forma de arte, com direito a cerimónia própria (o "Cha-no-yu")! Foram construídos edifícios específicos para albergar esta cerimónia (onde o objectivo era preparar e servir o chá da forma mais perfeita, mais graciosa e mais charmosa possível), um ritual que demorava anos a aprender e a aperfeiçoar. Esta arte – praticada inclusive pelas célebres gueishas – tornou-se tão popular que chegaram-se a realizar torneios com prémios aliciantes (desde jóias e seda a armaduras e espadas)! No século XIV, e depois de tanta euforia, os princípios religiosos e as raízes zen do chá foram resgatadas.
TEA TIME NO RESTO DO MUNDO
Foi a partir do ano 1560 que o chá começa a viajar pelo mundo, conquistando uma multiplicidade de culturas e povos. Apesar de Portugal ter sido o primeiro país europeu a consumir chá (trazido do Oriente pelos seus navegadores!), curiosamente foram os holandeses quem importou o primeiro carregamento de chá da China, algo que aconteceu no início do século XVII, depois de terem estabelecido um posto de trocas comerciais na ilha de Java. Muito em voga na Holanda, o chá depressa circulou para outros países da Europa Ocidental, mantendo-se, no entanto, uma bebida exclusiva dos mais abastados, devido ao seu elevado preço. E foi em 1650 que os holandeses levaram o chá para o continente americano, mais precisamente para a sua colónia “New Amsterdam” (actual Nova Iorque). UMA PORTUGUESA EM INGLATERRA Por incrível que pareça, o chá apenas chega a Inglaterra em 1652 e pela mão da portuguesa Catarina de Bragança. Filha do Rei D. João IV e da Rainha D. Luísa de Gusmão, a princesa portuguesa casa com o Rei Carlos II e apresenta aos ingleses a sua bebida predilecta – o chá – que se torna a bebida mais popular na corte e, mais tarde, no resto da classe alta. A Inglaterra fez a sua primeira encomenda de chá (cerca de 50 kg!) à Companhia da Indía Oriental em 1664.
Século XVII
Chá das cinco pode ter sido iniciado pelos franceses. De acordo com o boletim mensal chamado TeaMuse , nos escritos de Madame de Sévigné (1626-1696), um dos escritores da história maior carta sobre a vida na França do século 17:
Éra de facto pouco conhecido, mas depois de sua introdução na Europa no século 17 foi tremendamente popular na França. O Chá chegou pela primeira vez a Paris em 1636 (22 anos antes de ter aparecido em Inglaterra!) E rapidamente se tornou popular entre a aristocracia. . . O chá era tão popular em Paris que Madame de Sévigné, que narrou os feitos do Sun King e seus companheiros numa das tardes de cavaqueira e jogos de cartas com a sua filha, muitas vezes, mencionou o chá. "Vi o Princepe de Tarente... que bebia 12 chavenas de chá todos os dias ... o que, diz ela, cura todos os males. Ela garantiu que Monsieur de Landgrave bebeu 40 copos todas as manhãs. 'Mas Madame, talvez seja realmente somente 30 ou assim. " "Não, 40. Ele estava morrendo, e o chá trouxe-o de volta à vida diante dos meus olhos." ... Madame de Sévigné também relatou que era uma francesa, a Marquesa de la Sablière, que iniciou a moda da adição de leite ao chá. "Madame de la Sablière tomou chá com leite, como ela me disse outro dia, porque foi a seu gosto. "(By the way, a moda pelos Inglesas pegou)
CONSUMO ELITISTA
O entusiasmo dos britânicos pelo chá é algo que ainda hoje se mantém, no entanto, nos primeiros anos de consumo, esta bebida não estava ao alcance de todos porque tinho um imposto tão alto que, em 1689, as vendas de chá quase que pararam por completo! O resultado? Contrabando de chá em larga escala com uma verdadeira rede de “crime” organizado que, infelizmente, adulterava muitas vezes as folhas de chá, adicionando-lhes folhas de outras plantas para fazer “render o peixe”. Este negócio de mercado negro chegou a proporções tal que, em 1784, o primeiro-ministro William Pitt colocou um ponto final na situação ao reduzir o imposto de 119% para 12.5%! De um dia para o outro, o chá tornou-se acessível e o contrabando deixou de ser um negócio lucrativo.
Século XVIII
Em 1700, o chá estava à venda por mais de 500 casas de café, em Londres. Beber o chá tornou-se ainda mais popular quando a rainha Anne (1665-1714) escolheu o chá mais como sua bebida da manhã. Anne foi retratada como uma Tea Drinking, denominação social com tendências lésbicas.
Durante a segunda metade do período vitoriano, conhecido como a Revolução Industrial, as famílias que trabalham voltavam para casa cansadas e esgotadas. À mesa ficou definido que se iriam servir qualquer tipo de carnes, pão, pickles, manteiga, queijo e claro o chá.
OS REIS DAS INFUSÕES
Depois de em 1834 ter terminado o monopólio da Companhia da Indía Oriental nas trocas comerciais com a China, o chá começou a ser produzido noutros países como a Índia e o Sri Lanka e o sucesso deste investimento revelou-se depressa. Em 1888, a Inglaterra já importava mais chá da Índia do que da China e os números falam por si: em 1851, quando todo o chá era proveniente da China, o consumo anual em Inglaterra era de cerca de 900 gramas por pessoa. Em 1901, e com o chá a ser importado (mais barato!) da Índia e do Sri Lanka, o consumo anual cresceu para 2,800 kg por pessoa! Não havia volta a dar: o início do século XX trouxe, para os britânicos, uma nova forma de estar na vida – com uma chavena de chá sempre nas mãos!
A GUERRA DO CHÁ
A Inglaterra teve, ao longo da história, uma influência directa sobre o papel e a importância do chá no mundo… a tal ponto que esta bebida tranquila esteve na base de vários protestos e até uma guerra! O famoso “Boston Tea Party” foi uma resposta directa dos colonizadores americanos à subida do imposto no chá por parte do governo britânico. A manifestação aconteceu no dia 16 de Dezembro de 1773 na doca de Boston, onde os manifestantes destruíram várias caixas de chá pertencentes à Companhia Britânica das Índias Orientais. Mas as coisas não ficaram por aí e os ânimos voltaram-se a exaltar por causa do chá… aliás, há quem diga que foi o “Boston Tea Party” que instigou a própria Revolução Americana. No entanto, importa esclarecer que a Revolução Americana não começou por causa do chá, mas sim porque os colonizadores americanos não tinham a liberdade de adquirir o seu chá onde pretendiam. O resultado desta guerra foi a independência do Império Britânico e a formação dos Estados Unidos da América.
Século XIX
Segundo a lenda, uma das damas-de-espera da Rainha Vitória, Anna Maria Stanhope (1783-1857), conhecida como a Duquesa de Bedford, foi apontada como a criadora da hora do chá da tarde. Porque a refeição do meio dia tinha-se tornado leve, a Duquesa sofria de "uma sensação de fraqueza (fome)" cerca das quatro horas da tarde.
Adotando o formato de serviço europeu de chá, ela convidou amigos a acompanhá-la para uma refeição da tarde às cinco horas no Belvoir Castle. O menu centrado em torno de pequenos bolos, sanduíches de pão e manteiga, doces variados, e, claro, chá. Essa prática tornou muito popular no verão, a duquesa continuou com este hábito quando regressou a Londres, e enviou convites para os amigos pedindo-lhes para se juntar a ela para beber chá e passear pelos jardins." A prática de convidar amigos para vir para o chá da tarde foi rapidamente adoptado por outras mulheres de relevo na sociedade Inglesa.
O CHÁ NO SÉCULO XXI
Actualmente, o chá continua a deliciar gerações de povos espalhados por todo o mundo, sendo ainda mais popular do que o café! No início do século XX, e com a invençaõ das saquetas de chá nos Estados Unidos, houve uma “revolução pacífica” na forma como esta infusão era consumida. Porém, alguns adeptos do chá continuaram a preferir a sua preparação com rescurso a folhas e ervas… caso dos britânicos que apenas adoptaram as saquetas na década de 70! Com sabores para todos os gostos e benefícios ao nível da saúde e do bem-estar geral de quem bebe, o chá das cinco vai, certamente, continuar a fazer história!
Aqui fica um poema escrito por Edmund Waller (1606-1687) em honra de Rainha Catarina no dia dos seus anos convencendo-a de que o Chá seria uma das bebidas mais apreciadas pela corte....
Venus her Myrtle, Phoebus has his bays;
Tea both excels, which she vouchsafes to praise.
The best of Queens, the best of herbs, we owe
To that bold nation which the way did show
To the fair region where the sun doth rise,
Whose rich productions we so justly prize.
The Muse's friend, tea does our fancy aid,
Regress those vapours which the head invade,
And keep the palace of the soul serene,
Fit on her birthday to salute the Queen
from: http://casadocha.com
Falarei num dos próximos Posts sobre os tipos de Chá que existem e sobre o seu método de Fabrico.

Bardochefe
A Ilha da Madeira foi descoberta em 1419, tendo-se desde logo desbravado terras e ocupado solos com cultura de trigo, vinha e cana. A história do Vinho Madeira começa aqui e vai acompanhar ao longo dos séculos o desenvolvimento da própria ilha. Registos históricos demonstram que 25 anos após o início da colonização, as exportações de Vinho Madeira eram já uma realidade!
Mais de cinco séculos de existência, permitem contar uma história de internacionalização que passa pelas mais diversificadas rotas de exportação, consoante as conjunturas internacionais, em que, a par das exportações para Europa, o grande destaque vai para as rotas com destino às Índias e Américas, entre os sécs XVI e XVIII, que no último caso se mantêm até aos nossos dias. A fama e prestígio deste Vinho, podem ainda ser atestados por inúmeros episódios, entre os quais, a celebração da independência dos Estados Unidos, em 1776, que foi comemorada com um brinde de Vinho Madeira!
Ao longo dos séculos os processos de produção vão-se alterando e aperfeiçoando. No século XVIII é introduzido o método de envelhecimento conhecido por estufagem, que irá caracterizar definitivamente o Vinho Madeira, até aos nossos dias.
Muitas foram as personalidades, estadistas e personagens míticas que se deixaram deslumbrar por este Vinho, de que são exemplos, emblemáticos, George Washington e Thomas Jefferson, que eram profundos conhecedores de Vinho Madeira ou Winston Churchil que nas suas visitas à ilha teve oportunidade de o conhecer e apreciar. Mas são também conhecidas as referências ao Vinho Madeira em obras literárias tais como as de Sheakpeare.
O Vinho Madeira nasce para o mundo e a sua história é marcada pela sua passagem nas mais variadas partes do globo, onde continua a ser admirado e reconhecido.
A área total da ilha da Madeira é de 732 Km2 e a extensão da Região Vitícola é de cerca de 400 hectares. Trata-se de uma paisagem única e caracterizada pela orografia acidentada do relevo. As condições particulares do solo de origem vulcânica, na sua maioria basálticos, e a proximidade ao mar, associadas às condições climatéricas, em que os verões são quentes e húmidos e os Invernos amenos, conferem ao vinho características únicas e singulares.
Os terrenos agrícolas caracterizam-se por declives muito acentuados, que regra geral se encontram sob a forma de socalcos, designados por poios.
A água de rega na Madeira é captada nas zonas altas da ilha é conduzida através de canais denominados de “levadas” que integram um impressionante sistema de 2150Km canais.
O sistema de condução mais tradicional é o da “latada” (pérgola), no qual as vinhas são conduzidas horizontalmente. O século XX trouxe a introdução do sistema de condução em espaldeira, que, no entanto, só pode ser utilizado em terrenos com declives menos acentuados.
Entre meados de Agosto até meados de Outubro, processa-se a vindima num ritual majestoso, durante o qual há uma incrível concentração de esforços, uma vez que a orografia acidentada e o sistema de minifúndio, dificulta todo o processo de vindima, que ainda hoje é totalmente manual.
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| Tinta Negra | Sercial | Verdelho | Boal | Malvasia |

Ano de colheita e Indicação de idade
Indicação da idade |
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Processo de produção
Menção reservada para o vinho alcoolizado, durante ou logo após a fermentação, sendo a seguir armazenado em cascos onde envelhece durante um período mínimo de 2 anos, devendo constar de conta corrente específica e não podendo ser engarrafado com menos de 3 anos nem ser sujeito ao processo de produção de estufagem
Grau de doçura
Grau de doçura |
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| Extra Seco | Seco | Meio Seco | Meio Doce | Doce |
| Tipo de vinho | Açúcares totais (mínimo) (g/L) |
Açúcares totais (máximo) (g/L) |
| Extra Seco | Não existe | 49,1 |
| Seco | 49,1 | 64,8 |
| Meio Seco | 64,8 | 80,4 |
| Meio Doce | 80,4 | 96,1 |
| Doce | 96,1 | Não existe |
Cor
Cor |
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| Muito Pálido | Pálido | Dourado | Meio Escuro | Escuro |
Estrutura
Estrutura |
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| Leve | Encorpado | Fino | Macio | Aveludado | Amadurecido |
BardoChefe








BardoChefe...
Olá a todos, quero-vos deixar uma nova tendência que nos poderá ajudar a todos a fazer mais dinheiro nesta fantástica industria dos BARES.
Sabemos todos que a moda de um determinado Bar termina depressa, pelo menos, na grande maioria dos Bares.
Agora pensem como um Grupo de Jovens ganhou em 2 anos mais dinheiro do que se tivessem apenas ficado a Gerir o seu bar no Algarve.
Criaram os Bares Pop Up.
Isto é, bares que tão depressa aparecem com o desaparecem....
Estes Jovens aliaram-se a algumas das melhores marcas de bebidas com reconhecimento mundial e fizeram-se à estrada.
Estes bares são totalmente desmontáveis, modernos e muito práticos do ponto de vista da operação e acima de tudo praticamente ficama custo 0.00€.
Bares pop-up são bares que surgem do nada, por apenas alguns meses, semanas ou dias especialmente associados a climas quentes, geralmente com instalações fáceis de desmontar, e desaparecem tão rápido quanto apareceram.
Isso tudo antes que os os clientes que os usam se cansem e os abandonem como fazem com muitos outros bares.
Selecionei aqui para você alguns dos bares pop-up mais conhecidos de Londres e que facilmente associarão a outros do género em Portugal deste verão, para que conheçam e fiquem a conhecer a esta nova moda

O Frank’s Campari Bar, por exemplo, foi montado por alguns estudantes de arquitetura na cobertura de um prédio garagem desativado no bairro de Peckham. O bar ficar aberto de quinta a domingo, durante os meses de julho, agosto e setembro e serve apenas Cocktails feitos com Campari, além de cerveja e alguns petiscos como gazpacho (1.50 libras) e carneiro grelhado (5 libras). O preço das bebidas também não desaponta: os Cocktails custam desde 3.50 libras.
A estrutura do bar é super simples, feita de madeira e com uma tela para proteger os visitantes das forças da natureza. A maioria prefere, no entanto, beber as suas bebidas enquanto aprecia a bela vista que se tem de Londres lá de cima (o bar fica no 10º andar).
Já o Bombay Sapphire Dusk Bar, que fica próximo ao Rio Tâmisa, no majestoso palácio Somerset House, é um pouco mais formal que o Frank’s.
Lá, os Barman usam smoocking, e a decoração é assinada pelo famoso designer de interiores Tom Dixon, é bastante interessante, com painéis azul e prata, o que remete a uma garrafa do gin Bombay Sapphire, que é a marca que patrocina o lugar.
Lá poderá encontrar uma enorme seleção de cocktails, além de uma extensa carta de vinhos, um flute de prosecco custa 5.95 libras.



Na área de Covent Garden, podemos encontrar o Opera Quarter Bar, que fica aberto também de julho a setembro e tem uma proposta um tanto diferente dos outros dois bares mencionados antes, já que está instalado numa casa antiga de três andares e é mais “musical” que os outros bares pop-up.
Atenção estes bares podem já não existir :)
Mas pensem nisto para o Verão no Algarve - para o Inverno no Porto e para a Primavera em Lisboa....
O mesmo bar pode funcionar em locais diferentes, em épocas diferentes e sempre com a sensação de novidade....
Amanhã deixo-vos fotos destes Bares.
BardoChefe
As Bebidas Preferidas do Chefe
Pois é por incrível que possa parecer, todos nós temos preferências e hoje lembrei-me de vos mostrar aquilo que de melhor me tem aparecido para provar e já agora dar a conhecer a todos vocês, mais de 11000 visitantes, o que realmente nos torna mais ou menos felizes em determinados momentos.
Claro estes momentos tornam-se ainda melhor se podermos degustar estas preciosidades sem despendermos do nosso precioso €€.
Enfim… não me importo de provar quase tudo, mas há determinadas bebidas que gosto especialmente de as provar e como não gosto de ficar com isto só para mim, então aqui vai:
Melhor Champagne do Mundo 2009
É um champagne fino, macio e cremoso muito fresco mineral.
O júri elogiou este vinho determinando-o por um estilo clássico e pela oportunidade perfeita para se beber prontamente, sem comprometer o seu potencial de envelhecimento.
Tem tudo o que um grande champagne pode oferecer, e sua apresentação – a garrafa com o distintivo "ás de espadas de ouro" o que o torna num brilhante exemplo bem sucedido da marca Valente de Armand de Brignac

O top ten:1. 96 pontos Armand de Brignac Brut Gold2. 95 pontos 2000 Dom Perignon3. 94 pontos 1998 Mumm Cuvee R. Lalou4. 94 pontos 2002 Roederer Cristal5. 94 pontos 2000 Egerie Pannier6. 94 pontos 1998 Pol Roger Cuvée Sir Winston Churchill7. 93 pontos 1998 Dom Perignon Rose8. 93 pontos Jacquart 1999 Blanc de Blancs9. 93 pontos 2002 Roederer Cristal Rosa 10. 93 pontos NV Chartogne-Taillet Fiacre.
O melhor Whisky do Mundo 2009
Já Agora para delícia de todos seguem as Escolhas do Chefe
O Melhor Tequilla de 2009

O Melhor Cognac de 2009

A Melhor Vodka de 2009
O Melhor Licor de 2009

O Melhor Gin de 2009 - provado pelo chefe já em Março de 2010

Surpresas de 2009 uma da Ásia outra do Algarve
TY-KU
TY KU é uma nova bebida que deve ser inserida dentro dos licores tradicionais
Os seus principais ingredientes são o Saké e Soju, espíritos tradicionais asiáticos.
Misturado com sucesso e com um alto teor alcoólico, mas segundo os asiáticos, devido aos ingredientes saudáveis, como yuzu, mangostão, baga do goji tibetano, melada, chá verde e ginseng, tem benefícios para a nossa saúde. Vem engarrafado numa garrafa única, que acende uma luz quando o frasco é levantado, ou derramado.
O TY KU pode ser apreciado isoladamente ou como o principal ingrediente de um Cocktail. As suas Características: Suave, potente e saudável.
GRAN BONANZA
Espirituosa de Medronho e Mel do Algarve.
Notas: Acidez nobre, volumoso, suave e elegante, o grande segredoda serra algarvia o medronho e o mel no casamento perfeito.
Perfeito para Beber Fresco ou ao Natural e a Qualquer Hora do Dia
BARDOCHEFE
O Coffea Robusta trata-se de um arbusto robusto ou uma pequena árvore que chega atingir os 10 metros de altura, mas possui um sistema radicular pouco profundo. Produz uns frutos redondos e necessitam de onze meses para amadurecer. As sementes são ovais e um pouco mais pequenas do que os grãos da Arábica.
O AMUSE-BOUCHE DO BAR
Todos nós sabemos que hoje em dia, a apresentação das bebidas conta muito, mas mais que a sua apresentação temos ainda que investir mais na promoção de Bebidas que queremos vender.
Sugiro a todos que experimentem abrir o vosso bar já com o cocktail do dia na mesa, claro apenas uma amostra, mas tentem dar a provar em vez de mostrarem as fotografias.
O impacto de promovermos um determinado cocktail através da oferta para prova de um pequeno copo com uma boa apresentação, consegue deixar qualquer cliente com água na boca e o retorno pode ser muito compensador.
Um conselho, façam-no primeiro em dias de menor movimento e depois criem esta rotina nos vossos clientes, só depois de analisarem bem os vossos resultados é que poderão pensar em voos mais altos.
O Cliente hoje é mais exigente e mais atento e como sabemos precisamos dele, como de ar para respirar portanto tratem os clientes como efectivamente eles merecem ser tratados e não se esqueçam sejam criativos.
BARDOCHEFE
Deixo-vos algumas decorações para utilizarem em Cocktails.
A originalidade e a utilização de produtos regionais, bem como, a colocação das mesmas no copo serve de suporte à criacção de inumeras decorações elegantes, de simples preparação e economicamente viáveis.
Bardochefe

Mais uma vez, deixo aqui uma foto do meu "incansável esforço" em tentar
compreender como se pode tirar melhor partido de todos estes produtos fantásticos que nos permitem alcançar resultados únicos e originais.
Mas...não pensem que tudo isto foi produzido e compreendido num mês, não, já lá vão alguns anos a "brincar", com estas coisas e ainda não estou enjoado...
A verdade de um chefe...!
Sabem, há alguns por aí que me dizem que não devo mostrar tudo aquilo que fiz, ou melhor, vou fazendo, sobre este tão actual conceito da mixologia molecular aplicada às composições de bar, mas não consigo resistir e se ensino os meus alunos e lhes mostro estas coisas, então eu sinto que estou a cumprir com a minha missão, não foi assim comigo quando estava no lugar de aluno por parte de alguns, mas da minha parte se hoje todos vocês tem alguma coisa como certa é de que eu nunca irei ocultar, inibir ou mesmo esconder o que faço de todos vocês.
É um prazer ensinar quem quer ser ensinado... e à frente do meu conhecimento nunca irei colocar, o que alguns "Chefões" ou Catedráticos do Bar fizeram ao longo da vida, porque se hoje sei o que sei e que ainda é pouco, foi porque alguns Chefes ou Amigos me ajudaram a compreender muito do que sei hoje.
Este blog nunca terá uma placa como esta...
comprovem...
Acompanhem sem receios...

Não disse... ainda não acabei... e tomem lá mais uma...
Ravioli de Xarope de Coco com Amora selvagem.
Aletria de Canela
Copo a Licor - Natas aromatizadas com chocolate Mint
Copo tipo Pousse Cafe - Malibu com Mirtilo selvagem e Caviar de Frangelico
Caviar de Frangelico
1/2 Noz
Produtos utilizados:
Xantana
Algin
Calcic
Iota
Aquele abraço,
BARDOCHEFE
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