Quinta-feira, 6 de Outubro de 2016

GIN's para todos os Gostos... Os meus Preferidos

 
 
Gin Hendricks
 

Gin Hendricks

Nos dias de hoje não se pode começar a falar de Gin sem começar pelo Gin Hendricks! Foi o Gin hendricks o responsável pela revolução na forma de como servir um gin tónico. Lançado em 1999, surpreendeu ao ser servido num copo largo que, em vez do usual limão, tinha uma rodela de pepino e pétalas de rosa! As pétalas de rosa e o pepino, para além do tradicional zimbro, são ambos usados na produção do Hendricks para conseguir o seu sabor tão característico. Para além da forma de servir, a Hendricks também inovou com a imagem da sua garrafa, toda preta, a lembrar as garrafas medicinais antigas, com um rótulo do estilo vintage.

Como servir: A rodela de pepino é obrigatória. Em qualquer bar, se pedir um Gin Hendricks, sem dizer mais nada, ele será sempre servido com uma rodela de pepino. Se optar por melhorar o sabor e o visual do gin hendricks, pode juntar uma pétalas de rosa.
 
Gin Martin Millers
 

Gin Martin Millers

Um dia, Martin Millers estava a um beber gin tónico com amigos num pub de Londres e reparou na falta de cuidado e qualidade com que era servida a bebida. Martin perguntou: “é assim que é servida a bebida nacional da Inglaterra? Sabem o que vou fazer? vou fazer o meu próprio gin!” Assim disse e assim fez.

Martin Millers não quis apenas fazer mais um Gin no meio da “new wave” de gins, quis fazer o melhor Gin de todos. Para isso não olhou a meios para atingir os fins. Inovou nos métodos de destilação – separou os ingredientes para obter um sabor mais intenso de cada um – e o mais importante, usou a água mais pura de todas. E onde está a água mais pura de todas? Na Islândia. Soube Martin que a água da Islândia não tem qualquer poluição e é a mais suave que existe. Foi exactamente a agua das nascentes da Islândia que Martin Millers escolheu para o seu Gin. Não se assustou com a distancia e já que aa água não podia viajar para a destilaria, levou a produção final dos ingredientes do gin desde Inglaterra até à Islândia onde o gin é engarrafado.

Modo de servir: O mais usual é servir o gin tónico com o gin martin millers com uma casca de limão e sementes de zimbro ligeiramente exprimidas.
 
Gin Tanqueray Ten 1 Litro
 
 

Gin Tanqueray Ten 1 Litro

A marca Tanqueray é das mais antigas e prestigiadas de Gin. Por mais que apareçam marcas novas com filosofias diferentes, a Tanqueray mantém intacta a sua reputação de produzir dos melhores gins do mundo.

O Tanqueray ten é uma edição especial feita com um lote de botânicos especialmente escolhidos para a produção desta edição. Esse lote é apelidado de “tiny ten”.

A grande diferença do Gin Tanqueray , é utilizar frutas frescas na destilação e não frutas secas como é usual no outros gins, conseguindo assim, obter um sabor mais fresco e natural. Um gin com o estilo novo mas que não perde o sabor das tradições

Como servir: O tanqueray tem fama de servir os melhores dry martini mas também faz um Gin Tonic perfeito com adição de bagas de zimbro, cítricos (casca de laranja ou limão) e até com rodelas de maçã.
 
 
Gin Monkey 47 50cl
 

Gin Monkey 47 50cl

O Gin Monkey 47 tem um nome e uma história curiosa: Em 1945, quando terminou a segunda guerra mundial, Monty Collins, da força aérea inglesa, foi destacado para Berlim para ajudar na recuperação dos violentos bombardeamentos que a cidade sofrera durante a guerra. Para simbolizar a sua devoção à causa, Collins, escolheu a recuperação do jardim zoológico como prioritária e adoptou, como mascote, o macaco chamado Max. Daí o nome do gin, Monkey. O que Collins não esperava era ter saudades da sua bebida favorita, e como tinha dificuldades em obter a bebida, resolveu fazer o seu próprio gin. Impressionado com a riqueza das botânicas da floresta negra, onde foi viver depois de Berlin, Collins escolheu ingredientes apenas dessa floresta para o seu Gin e seleccionou exactamente 47 ingredientes diferentes. Daí no nome 47. Monkey 47. Monkey 47 é dos primeiros Gins premium com edição limitada de garrafas, cada uma numerada individualmente. O cuidado a fazer o Gin é tanto que tudo é feito artesanalmente, desde a recolha dos ingredientes, à destilação, ao engarrafamento e até ao rótulo, tudo é feito com um cuidado extremo para que se crie um Gin único e exclusivo. Como contém 47 botânicas na sua composição, o Monkey 47 é já por si um Gin complexo que não precisa de infusão para otimizar o seu sabor - por isso, basta juntar, no máximo, uma casca de limão.
 
 
Gin Saffron
 

Gin Saffron

A destilaria Boudier na região de Dijon é há muito famosa pelos seus licores, como o renomado cassis de Dijon. A destilaria não deixou fugir a oportunidade, quando descobriu nos seus arquivos, uma receita antiga de gin que incluía uma infusão de açafrão.

Feito artesanalmente, contem uma mistura de 8 botânicos diferentes destilados e um alambique de cobre, que depois é complementado com a infusão de açafrão que proporciona a cor alaranjada e um sabor mais apimentado que os gin normais.

Como servir: com uma casca de laranja e uns fios de açafrão.
 
 
 
Gin Mare
 

Gin Mare

O Gin Mare é produzido numa pequena vila de pescadores na Costa Dourada na Espanha, usando plantas originais da área Mediterrânea. Ao lado dos tradicionais: zimbro, casca de laranja amarga, casca de laranja de sevilha, casca de limão, cardamomo e sementes de coentros, são utilizados mais quatro ingredientes, menos comuns, como azeitona Arbequina, manjericão, alecrim e tomilho.
As quatro plantas "Mediterrâneas" sobressaem imediatamente no aroma, destacando-se o alecrim. Destaca-se uma leveza, criada pelos cítricos e manjericão, com um tom de azeitona verde. O alecrim sobressai no paladar, com uma nuance clássica do zimbro.
Para um Gin Tónico perfeito, são também utilizados ingredientes mediterrâneos, como um ramo de alecrim, folha de manjericão e tomilho. Realmente um Gin diferente.
 
 
Gin Citadelle (44º)
 

Gin Citadelle (44º)

O Gin Citadelle tem um nariz delicado e perfumado de flores frescas, de jasmim, de madressilva e de canela. Após alguns instantes, o desenvolvimento de aromas mais fortes, mais herbáceos, de anis, grãos de paraíso e canela é notável. Este bouquet apetitoso lembra os jardins na primavera. Em boca, as bagas de genièvre deixam lugar à uma certa voluptuosidade, uma complexidade impressa de frescura floral. O final é elegante, redondo e muito requintado.Excelente num gin tónico com uma rodela de laranja ou uma estrela de anis
96 Pontos - Top 50 Spirits - Wine Enthusiast 2011.

Postado por bardochefe às 18:33
link do post | Dar Opiniões | favorito
Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

O tal Gin ... Para quem gosta de inovar

E Este Gin Tónico?!?....

 


Ingredientes:

 

  • Gin - Beefeater
  • Água Tónica
  • Sumo de Limão
  • Limão
  • Xantana
  • Algin
  • Calcic
  • Iota

 

Mais uma vez, deixo aqui uma foto do meu "incansável esforço" em tentar

compreender como se pode tirar melhor partido de todos estes produtos fantásticos que nos permitem alcançar resultados únicos e originais.

 

Mas...não pensem que tudo isto foi produzido e compreendido num mês, não, já lá vão alguns anos a "brincar", com estas coisas e ainda não estou enjoado...


O resultado final é simplesmente fantástico.

 


Postado por bardochefe às 13:11
link do post | Dar Opiniões | ver opiniões (1) | favorito
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

O CHÁ - A segunda bebida mais consumida do mundo

A HIstória Do CHÁ

 

 

A segunda bebida mais consumida no mundo depois da água, o chá tem uma história deliciosa que começou na China há mais de cinco mil anos e que proliferou para os quatro cantos do mundo, onde continua a ser, ainda hoje, muito apreciado. Sabia que os britânicos, talvez os maiores fãs desta infusão, têm de agradecer a uma portuguesa a introdução do chá no seu país?!

 

UM ACASO QUE DEU CHÁ

Reza a história que no ano 2737 a.C., o imperador chinês Shen Nung e a sua corte estariam a fazer uma pausa durante uma viagem e, enquanto esperavam que os criados fervessem água para beber (o imperador era muito higiénico!), algumas folhas de um arbusto terão caído dentro da mesma, produzindo um líquido acastanhado. O imperador, que também era cientista, ficou com a curiosidade aguçada e resolveu experimentar a bebida, que classificou como muito refrescante. Assim nasceu o chá, que rapidamente conquistou os habitantes desse país, deixando muitas provas históricas: escavações arqueológicas encontraram recepientes de chá nos túmulos da dinastia Han (206 a.C.–220 d.C.), no entanto, foi durante a dinastia Tang (618-906 d.C.) que o chá tornou-se na bebida oficial da China. Atingiu uma popularidade tal, que durante o século VIII foi escrito o primeiro livro inteiramente dedicado a esta bebida – o “Ch'a Ching”, da autoria de Lu Yu.

 

O JAPÃO TAMBÉM ADERIU

À medida que o chá se tornava cada vez mais parte integrante da cultura religiosa, passou a ser difundido para além das fronteiras chinesas. Foi o que aconteceu no Japão, que foi apresentado a esta bebida fumegante graças a alguns monges budistas japoneses que, depois de terem estado na China a estudar, tiveram a oportunidade de observar a importância que o chá tinha na meditação religiosa, para não falar do seu agradável sabor! Mas foi graças aos seus contornos religiosos que a bebida foi rapidamente aceite no Japão, não só nas cortes reais, mas em todos os quadrantes da sociedade japonesa. Neste país, porém, o chá passou a ser muito mais do que uma simples bebida aconchegante, atingindo mesmo o estatuto de uma forma de arte, com direito a cerimónia própria (o "Cha-no-yu")! Foram construídos edifícios específicos para albergar esta cerimónia (onde o objectivo era preparar e servir o chá da forma mais perfeita, mais graciosa e mais charmosa possível), um ritual que demorava anos a aprender e a aperfeiçoar. Esta arte – praticada inclusive pelas célebres gueishas – tornou-se tão popular que chegaram-se a realizar torneios com prémios aliciantes (desde jóias e seda a armaduras e espadas)! No século XIV, e depois de tanta euforia, os princípios religiosos e as raízes zen do chá foram resgatadas.

 

TEA TIME NO RESTO DO MUNDO

Foi a partir do ano 1560 que o chá começa a viajar pelo mundo, conquistando uma multiplicidade de culturas e povos. Apesar de Portugal ter sido o primeiro país europeu a consumir chá (trazido do Oriente pelos seus navegadores!), curiosamente foram os holandeses quem importou o primeiro carregamento de chá da China, algo que aconteceu no início do século XVII, depois de terem estabelecido um posto de trocas comerciais na ilha de Java. Muito em voga na Holanda, o chá depressa circulou para outros países da Europa Ocidental, mantendo-se, no entanto, uma bebida exclusiva dos mais abastados, devido ao seu elevado preço. E foi em 1650 que os holandeses levaram o chá para o continente americano, mais precisamente para a sua colónia “New Amsterdam” (actual Nova Iorque). UMA PORTUGUESA EM INGLATERRA Por incrível que pareça, o chá apenas chega a Inglaterra em 1652 e pela mão da portuguesa Catarina de Bragança. Filha do Rei D. João IV e da Rainha D. Luísa de Gusmão, a princesa portuguesa casa com o Rei Carlos II e apresenta aos ingleses a sua bebida predilecta – o chá – que se torna a bebida mais popular na corte e, mais tarde, no resto da classe alta. A Inglaterra fez a sua primeira encomenda de chá (cerca de 50 kg!) à Companhia da Indía Oriental em 1664.

 

Século XVII


Chá das cinco pode ter sido iniciado pelos franceses. De acordo com o boletim mensal chamado TeaMuse , nos escritos de Madame de Sévigné (1626-1696), um dos escritores da história maior carta sobre a vida na França do século 17:

Éra de facto pouco conhecido, mas depois de sua introdução na Europa no século 17 foi tremendamente popular na França. O Chá chegou pela primeira vez a Paris em 1636 (22 anos antes de ter aparecido em Inglaterra!) E rapidamente se tornou popular entre a aristocracia. . . O chá era tão popular em Paris que Madame de Sévigné, que narrou os feitos do Sun King e seus companheiros  numa das tardes de cavaqueira e jogos de cartas com a sua filha, muitas vezes, mencionou o chá. "Vi o Princepe de Tarente... que bebia 12 chavenas de chá todos os dias ... o que, diz ela, cura todos os males. Ela garantiu que Monsieur de Landgrave bebeu 40 copos todas as manhãs. 'Mas Madame, talvez seja realmente somente 30 ou assim. " "Não, 40. Ele estava morrendo, e o chá trouxe-o de volta à vida diante dos meus olhos." ... Madame de Sévigné também relatou que era uma francesa, a Marquesa de la Sablière, que iniciou a moda da adição de leite ao chá. "Madame de la Sablière tomou chá com leite, como ela me disse outro dia, porque foi a seu gosto. "(By the way, a moda pelos Inglesas pegou)

 

CONSUMO ELITISTA

O entusiasmo dos britânicos pelo chá é algo que ainda hoje se mantém, no entanto, nos primeiros anos de consumo, esta bebida não estava ao alcance de todos porque tinho um imposto tão alto que, em 1689, as vendas de chá quase que pararam por completo! O resultado? Contrabando de chá em larga escala com uma verdadeira rede de “crime” organizado que, infelizmente, adulterava muitas vezes as folhas de chá, adicionando-lhes folhas de outras plantas para fazer “render o peixe”. Este negócio de mercado negro chegou a proporções tal que, em 1784, o primeiro-ministro William Pitt colocou um ponto final na situação ao reduzir o imposto de 119% para 12.5%! De um dia para o outro, o chá tornou-se acessível e o contrabando deixou de ser um negócio lucrativo.

 

Século XVIII


Em 1700, o chá estava à venda por mais de 500 casas de café, em Londres. Beber o chá tornou-se ainda mais popular quando a rainha Anne (1665-1714) escolheu o chá mais como sua bebida da manhã.  Anne foi retratada como uma Tea Drinking, denominação social com tendências lésbicas.


 

 

Durante a segunda metade do período vitoriano, conhecido como a Revolução Industrial, as famílias que trabalham voltavam para casa cansadas e esgotadas. À mesa ficou definido que se iriam servir qualquer tipo de carnes, pão, pickles, manteiga, queijo e claro o chá. 

 

OS REIS DAS INFUSÕES

Depois de em 1834 ter terminado o monopólio da Companhia da Indía Oriental nas trocas comerciais com a China, o chá começou a ser produzido noutros países como a Índia e o Sri Lanka e o sucesso deste investimento revelou-se depressa. Em 1888, a Inglaterra já importava mais chá da Índia do que da China e os números falam por si: em 1851, quando todo o chá era proveniente da China, o consumo anual em Inglaterra era de cerca de 900 gramas por pessoa. Em 1901, e com o chá a ser importado (mais barato!) da Índia e do Sri Lanka, o consumo anual cresceu para 2,800 kg por pessoa! Não havia volta a dar: o início do século XX trouxe, para os britânicos, uma nova forma de estar na vida – com uma chavena de chá sempre nas mãos!

 

A GUERRA DO CHÁ

A Inglaterra teve, ao longo da história, uma influência directa sobre o papel e a importância do chá no mundo… a tal ponto que esta bebida tranquila esteve na base de vários protestos e até uma guerra! O famoso “Boston Tea Party” foi uma resposta directa dos colonizadores americanos à subida do imposto no chá por parte do governo britânico. A manifestação aconteceu no dia 16 de Dezembro de 1773 na doca de Boston, onde os manifestantes destruíram várias caixas de chá pertencentes à Companhia Britânica das Índias Orientais. Mas as coisas não ficaram por aí e os ânimos voltaram-se a exaltar por causa do chá… aliás, há quem diga que foi o “Boston Tea Party” que instigou a própria Revolução Americana. No entanto, importa esclarecer que a Revolução Americana não começou por causa do chá, mas sim porque os colonizadores americanos não tinham a liberdade de adquirir o seu chá onde pretendiam. O resultado desta guerra foi a independência do Império Britânico e a formação dos Estados Unidos da América.

 

 

Século XIX

Segundo a lenda, uma das damas-de-espera da Rainha Vitória, Anna Maria Stanhope (1783-1857), conhecida como a Duquesa de Bedford, foi apontada como a criadora da hora do chá da tarde. Porque a refeição do meio dia tinha-se tornado leve, a Duquesa sofria de "uma sensação de fraqueza (fome)" cerca das quatro horas da tarde.

Adotando o formato de serviço europeu de chá, ela convidou amigos a acompanhá-la para uma refeição da tarde às cinco horas no Belvoir Castle. O menu centrado em torno de pequenos bolos, sanduíches de pão e manteiga, doces variados, e, claro, chá. Essa prática tornou muito popular no verão, a duquesa continuou com este hábito quando regressou a Londres, e enviou convites para os amigos pedindo-lhes para se juntar a ela para beber chá e passear pelos jardins." A prática de convidar amigos para vir para o chá da tarde foi rapidamente adoptado por outras mulheres de relevo na sociedade Inglesa.

 

 

O CHÁ NO SÉCULO XXI

Actualmente, o chá continua a deliciar gerações de povos espalhados por todo o mundo, sendo ainda mais popular do que o café! No início do século XX, e com a invençaõ das saquetas de chá nos Estados Unidos, houve uma “revolução pacífica” na forma como esta infusão era consumida. Porém, alguns adeptos do chá continuaram a preferir a sua preparação com rescurso a folhas e ervas… caso dos britânicos que apenas adoptaram as saquetas na década de 70! Com sabores para todos os gostos e benefícios ao nível da saúde e do bem-estar geral de quem bebe, o chá das cinco vai, certamente, continuar a fazer história!

 

Aqui fica um poema escrito por Edmund Waller (1606-1687) em honra de Rainha Catarina no dia dos seus anos convencendo-a de que o Chá seria uma das bebidas mais apreciadas pela corte....

 

 

Venus her Myrtle, Phoebus has his bays; 
Tea both excels, which she vouchsafes to praise. 
The best of Queens, the best of herbs, we owe 
To that bold nation which the way did show 
To the fair region where the sun doth rise, 
Whose rich productions we so justly prize. 
The Muse's friend, tea does our fancy aid, 
Regress those vapours which the head invade, 
And keep the palace of the soul serene, 
Fit on her birthday to salute the Queen

 

from: http://casadocha.com 

 

Falarei num dos próximos Posts sobre os tipos de Chá que existem e sobre o seu método de Fabrico.

 

 

Bardochefe

 

 

 


Postado por bardochefe às 18:12
link do post | Dar Opiniões | favorito
Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

Para saberem tudo Sobre o VINHO DA MADEIRA

História do Vinho Madeira

 

A Ilha da Madeira foi descoberta em 1419, tendo-se desde logo desbravado terras e ocupado solos com cultura de trigo, vinha e cana. A história do Vinho Madeira começa aqui e vai acompanhar ao longo dos séculos o desenvolvimento da própria ilha. Registos históricos demonstram que 25 anos após o início da colonização, as exportações de Vinho Madeira eram já uma realidade!

 

Mais de cinco séculos de existência, permitem contar uma história de internacionalização que passa pelas mais diversificadas rotas de exportação, consoante as conjunturas internacionais, em que, a par das exportações para Europa, o grande destaque vai para as rotas com destino às Índias e Américas, entre os sécs XVI e XVIII, que no último caso se mantêm até aos nossos dias.  A fama e prestígio deste Vinho, podem ainda ser atestados por inúmeros episódios, entre os quais, a celebração da independência dos Estados Unidos, em 1776, que foi comemorada com um brinde de Vinho Madeira!

 

Ao longo dos séculos os processos de produção vão-se alterando e aperfeiçoando. No século XVIII é introduzido o método de envelhecimento conhecido por estufagem, que irá caracterizar definitivamente o Vinho Madeira, até aos nossos dias.

 

Muitas foram as personalidades, estadistas e personagens míticas que se deixaram deslumbrar por este Vinho, de que são exemplos, emblemáticos, George Washington e Thomas Jefferson, que eram profundos conhecedores de Vinho Madeira ou Winston Churchil que nas suas visitas à ilha teve oportunidade de o conhecer e apreciar. Mas são também conhecidas as referências ao Vinho Madeira em obras literárias tais como as de Sheakpeare.

 

O Vinho Madeira nasce para o mundo e a sua história é marcada pela sua passagem nas mais variadas partes do globo, onde continua a ser admirado e reconhecido.

 

Região Vitivinícola

 

A área total da ilha da Madeira é de 732 Km2 e a extensão da Região Vitícola é de cerca de 400 hectares. Trata-se de uma paisagem única e caracterizada pela orografia acidentada do relevo. As condições particulares do solo de origem vulcânica, na sua maioria basálticos, e a proximidade ao mar, associadas às condições climatéricas, em que os verões são quentes e húmidos e os Invernos amenos, conferem ao vinho características únicas e singulares.


Os terrenos agrícolas caracterizam-se por declives muito acentuados, que regra geral se encontram sob a forma de socalcos, designados por poios.

 

A água de rega na Madeira é captada nas zonas altas da ilha é conduzida através de canais denominados de “levadas” que integram um impressionante sistema de 2150Km canais.
O sistema de condução mais tradicional é o da “latada” (pérgola), no qual as vinhas são conduzidas horizontalmente. O século XX trouxe a introdução do sistema de condução em espaldeira, que, no entanto, só pode ser utilizado em terrenos com declives menos acentuados.

 

Entre meados de Agosto até meados de Outubro, processa-se a vindima num ritual majestoso, durante o qual há uma incrível concentração de esforços, uma vez que a orografia acidentada e o sistema de minifúndio, dificulta todo o processo de vindima, que ainda hoje é totalmente manual.

 

Castas

Actualmente as variedades de castas mais utilizadas na produção de vinho Madeira são: Sercial, Verdelho, Boal, Malvasia e Tinta Negra. No entanto, existem outras castas recomendadas e autorizadas.
Tinta Negra Sercial Verdelho Boal Malvasia
Tinta Negra Sercial Verdelho Boal Malvasia

 

Processo de vinificação

Nas Adegas, é feita uma triagem das uvas para avaliação do estado sanitário. Após serem pesadas e verifi­ca­do o grau alcoólico provável pelo refractómetro (instrumento de medição do teor em açúcar da uva) é feita a selecção do tipo de uvas, de acordo com o tipo de vinho que se pretende obter. A partir daqui, dá-se início ao delicado processo de transformação. O mosto resultante da prensagem é sujeito a uma fer­men­tação, que pode ser parcial ou total, e posterior fortificação.
O processo de fortificação consiste na paragem da fermentação com a adição de álcool vínico a 96% vol. A escolha do momento da interrupção da fermentação faz-se de acordo com o grau de doçura pretendido para o vinho, podendo-se, com este procedimento, obter quatro tipos de vinho: o seco, o meio-seco, o meio-doce e o doce.
Findo este processo, os vinhos podem ser submetidos a um dos dois processos de envelhecimento: “Estufagem” ou “Canteiro”.

 

 

 

Processo de Vinificação

 

Envelhecimento

Os processos de envelhecimento utilizados para o Vinho Madeira são a «Estufagem» ou o «Canteiro».

«Estufagem»

O vinho é colocado em estufas de aço inox, aquecidas por um sistema de serpentina, por onde circula água quente, por um período nunca inferior a 3 meses, a uma temperatura entre os 45 e 50 graus Celsius. Concluída a «estufagem», o vinho é sujeito a um período de «estágio» de pelo menos 90 dias à temperatura ambiente. A partir deste momento pode permanecer em inox, ou ser colocado em cascos de madeira, até reunir as condições que permitem ao enólogo fazer o acabamento do vinho, para que possa ser colocado em garrafa, com a garantia de qualidade necessária. No entanto, estes vinhos nunca podem ser engarrafados e comercializados antes de 31 de Outubro do segundo ano seguinte à vindima. São vinhos maioritariamente de lote.

«Canteiro»

Os vinhos seleccionados para estágio em «Canteiro» (esta denominação provém do facto de se colocar as pipas sob suportes de traves de madeira, denominadas de canteiros) são envelhecidos em cascos, normalmente nos pisos mais elevados dos armazéns onde as temperaturas são mais elevadas, pelo período mínimo de 2 anos. Trata-se de um envelhecimento oxidativo em casco, desenvolvendo os vinhos, características únicas de aromas intensos e complexos. Os vinhos de canteiro só poderão ser comercializados, decorridos pelo menos 3 anos, contados a partir de 1 de Janeiro do ano seguinte ao da vindima.

Tipos de Vinho Madeira

O Vinho da Madeira contempla um conjunto de designações que permitem a identificação dos seus diferentes tipos:

Ano de colheita e Indicação de idade

 

Indicação da idade

Ano de colheita

Seleccionado Rainwater 5 anos 10 anos 15 anos 20 anos 30 anos Mais de 40 anos Solera Colheita Vintage
Seleccionado Rainwater 5 anos 10 anos 15 anos 20 anos 30 anos Mais de 40 anos Solera Colheita Vintage

Processo de produção

 

Canteiro

Menção reservada para o vinho alcoolizado, durante ou logo após a fermentação, sendo a seguir armazenado em cascos onde envelhece durante um período mínimo de 2 anos, devendo constar de conta corrente específica e não podendo ser engarrafado com menos de 3 anos nem ser sujeito ao processo de produção de estufagem

 

Grau de doçura

Grau de doçura

Extra Seco Seco Meio Seco Meio Doce Doce
Extra Seco Seco Meio Seco Meio Doce Doce

 

Limite do teor de açúcares totais no Vinho Madeira

 

Tipo de vinho Açúcares totais (mínimo)
(g/L)
Açúcares totais (máximo)
(g/L)
Extra Seco Não existe 49,1
Seco 49,1 64,8
Meio Seco 64,8 80,4
Meio Doce 80,4 96,1
Doce 96,1 Não existe

 

 

Cor

 

Cor

Muito Pálido Pálido Dourado Meio Escuro Escuro
Muito Pálido Pálido Dourado Meio Escuro Escuro

 

 

Estrutura

Estrutura

Leve Encorpado Fino Macio Aveludado Amadurecido

 

 

BardoChefe

 

 


Postado por bardochefe às 22:34
link do post | Dar Opiniões | favorito

FOTOS Pop up Bares

 

 

BardoChefe...

 


Postado por bardochefe às 21:59
link do post | Dar Opiniões | favorito
Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2011

A moda dos POP-Up's

Olá a todos, quero-vos deixar uma nova tendência que nos poderá ajudar a todos a fazer mais dinheiro nesta fantástica industria dos BARES.

 

Sabemos todos que a moda de um determinado Bar termina depressa, pelo menos, na grande maioria dos Bares.

 

Agora pensem como um Grupo de Jovens ganhou em 2 anos mais dinheiro do que se tivessem apenas ficado a Gerir o seu bar no Algarve.

 

 

Criaram os Bares Pop Up.

 

Isto é, bares que tão depressa aparecem com o desaparecem....

 

 

Estes Jovens aliaram-se a algumas das melhores marcas de bebidas com reconhecimento mundial e fizeram-se à estrada.

 

 

Estes bares são totalmente desmontáveis, modernos e muito práticos do ponto de vista da operação e acima de tudo praticamente ficama  custo 0.00€.

 

 

Bares pop-up são bares que surgem do nada, por apenas alguns meses, semanas ou dias especialmente associados a climas quentes, geralmente com instalações fáceis de desmontar, e desaparecem tão rápido quanto apareceram.

Isso tudo antes que os os clientes que os usam se cansem e os abandonem como fazem com muitos outros bares.

 

Selecionei aqui para você alguns dos bares pop-up mais conhecidos de Londres e que facilmente associarão a outros do género em Portugal deste verão, para que conheçam e fiquem a conhecer a esta nova moda

 

 

O Frank’s Campari Bar, por exemplo, foi montado por alguns estudantes de arquitetura na cobertura de um prédio garagem desativado no bairro de Peckham. O bar ficar aberto de quinta a domingo, durante os meses de julho, agosto e setembro e serve apenas Cocktails feitos com Campari, além de cerveja e alguns petiscos como gazpacho (1.50 libras) e carneiro grelhado (5 libras). O preço das bebidas também não desaponta: os Cocktails custam desde 3.50 libras.

 

A estrutura do bar é super simples, feita de madeira e com uma tela para proteger os visitantes das forças da natureza. A maioria prefere, no entanto, beber as suas bebidas enquanto aprecia a bela vista que se tem de Londres lá de cima (o bar fica no 10º andar).

 

 

 

Já o Bombay Sapphire Dusk Bar, que fica próximo ao Rio Tâmisa, no majestoso palácio Somerset House, é um pouco mais formal que o Frank’s.

Lá, os Barman usam smoocking, e a decoração é assinada pelo famoso designer de interiores Tom Dixon, é bastante interessante, com painéis azul e prata, o que remete a uma garrafa do gin Bombay Sapphire, que é a marca que patrocina o lugar.

Lá poderá encontrar uma enorme seleção de cocktails, além de uma extensa carta de vinhos, um flute de prosecco custa 5.95 libras.

 

 

Na área de Covent Garden, podemos encontrar o Opera Quarter Bar, que fica aberto também de julho a setembro e tem uma proposta um tanto diferente dos outros dois bares mencionados antes, já que está instalado numa casa antiga de três andares e é mais “musical” que os outros bares pop-up.

 

 

Atenção estes bares podem já não existir :)

 

Mas pensem nisto para o Verão no Algarve - para o Inverno no Porto e para a Primavera em Lisboa....

O mesmo bar pode funcionar em locais diferentes, em épocas diferentes e sempre com a sensação de novidade....

 

 

Amanhã deixo-vos fotos destes Bares.

 

 

BardoChefe

 



Postado por bardochefe às 18:31
link do post | Dar Opiniões | favorito
Terça-feira, 23 de Março de 2010

Melhores Bebidas do Ano - 2009

As Bebidas Preferidas do Chefe

 

 

Pois é por incrível que possa parecer, todos nós temos preferências e hoje lembrei-me de vos mostrar aquilo que de melhor me tem aparecido para provar e já agora dar a conhecer a todos vocês, mais de 11000 visitantes, o que realmente nos torna mais ou menos felizes em determinados momentos.

 

Claro estes momentos tornam-se ainda melhor se podermos degustar estas preciosidades sem despendermos do nosso precioso €€.

 

Enfim… não me importo de provar quase tudo, mas há determinadas bebidas que gosto especialmente de as provar e como não gosto de ficar com isto só para mim, então aqui vai: 

 

 

 

Melhor Champagne do Mundo 2009

 

É um champagne fino, macio e cremoso muito fresco mineral.

O júri elogiou este vinho determinando-o por um estilo clássico e pela oportunidade perfeita para se beber prontamente, sem comprometer o seu potencial de envelhecimento.

Tem tudo o que um grande champagne pode oferecer, e sua apresentação – a garrafa com o distintivo "ás de espadas de ouro" o que o torna num brilhante exemplo bem sucedido da marca Valente de Armand de Brignac

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O top ten:1. 96 pontos Armand de Brignac Brut Gold2. 95 pontos 2000 Dom Perignon3. 94 pontos 1998 Mumm Cuvee R. Lalou4. 94 pontos 2002 Roederer Cristal5. 94 pontos 2000 Egerie Pannier6. 94 pontos 1998 Pol Roger Cuvée Sir Winston Churchill7. 93 pontos 1998 Dom Perignon Rose8. 93 pontos Jacquart 1999 Blanc de Blancs9. 93 pontos 2002 Roederer Cristal Rosa 10. 93 pontos NV Chartogne-Taillet Fiacre.

 

 

 

O melhor Whisky do Mundo 2009

 

 

Ballantines Finest – Considerado o melhor blended whisky pela Whisky Bible em 2009. (40% de graduação alcoólica)
Chivas Regal 18 Years – Óptimo blended whisky criado pelo master blender Colin Scott. (40%  de álcool)
Famous Grouse – Outro blended whisky, o número 1 em consumo na Escócia (40% de álcool)
Jack Daniels – Este não é nenhuma surpresa é apenas e também o Tenesse Whisky mais vendido no mundo. (40% de álcool).
Macallan Cask Strenght –  Amadurecido em barris de carvalho seleccionados por onde já passaram Jerez. É um dos mais potentes single malt do mercado com 58,6% de graduação alcoólica)
Macallan Elegância 12 – Macallan é considerado o Rolls Royce dos whiskys, por isso, aparece duas vezes nesta lista. O Elegância 12 anos é um exemplo de fineza e requinte destes single malts. (40% de álcool).
Maker’s Mark – É o champagne dos Bourbons produzido em Loretto, Kentucky. Tem a linha de engarrafamento mais lenta do mundo por conta do seu acabamento em cera vermelha, uma garrafa nunca é igual à outra. (45% de álcool)
Talisker 10 anos - É conhecido por muitos pelo seu sabor picante e levemente salgado obtido através da utilização de turfa na sua produção na ilha de Skye. (45,8% de álcool)
Tullamore Dew – Uma descoberta recente é destilado três vezes e tem um sabor mais encorpado que os tradicionais Irish Whiskey. (43% de álcool)
 
 
 
 
 
 
O Chefe provou, graças a um colega de profissão e decidiu:
Glenmorangie Nectar D’or – Este Single Malt tem uma segunda maturação (envelhecimento) em barris pelos quais passaram o vinho de sobremesa francês Sauternes. (46% de álcool)

 

 

 

 

 

 

Já Agora para delícia de todos seguem as Escolhas do Chefe

 

O Melhor Tequilla de 2009

 

 

 

 

 

O Melhor Cognac de 2009

 

 

 

 A Melhor Vodka de 2009

 

 

 

 

 

 

  

O Melhor Licor de 2009

 

 

 

 

 

 

 

O Melhor Gin de 2009 - provado pelo chefe já em Março de 2010

 

 

 

 

 ginmare3

 

 

 

 

 

 

 

Surpresas de 2009 uma da Ásia outra do Algarve

 

TY-KU

 

TY KU é uma nova bebida que deve ser inserida dentro dos licores tradicionais

Os seus principais ingredientes são o Saké e Soju, espíritos tradicionais asiáticos.

Misturado com sucesso e com um alto teor alcoólico, mas segundo os asiáticos, devido aos ingredientes saudáveis, como yuzu, mangostão, baga do goji tibetano, melada, chá verde e ginseng, tem benefícios para a nossa saúde. Vem engarrafado numa garrafa única, que acende uma luz quando o frasco é levantado, ou derramado.

O TY KU pode ser apreciado isoladamente ou como o principal ingrediente de um Cocktail. As suas Características: Suave, potente e saudável.

ty ku liqueur 

 

 

 

 GRAN BONANZA

 

Espirituosa de Medronho e Mel do Algarve.

Notas: Acidez nobre, volumoso, suave e elegante, o grande segredoda serra algarvia o medronho e o mel no casamento perfeito.

 

Perfeito para Beber Fresco ou ao Natural e a Qualquer Hora do Dia 

 

 

 

 

 

 

 

 

BARDOCHEFE


Postado por bardochefe às 20:14
link do post | Dar Opiniões | ver opiniões (2) | favorito
Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

A ARTE DO CAFÉ

 

Os Primeiros Cafés na Europa
 
 
Tanto quanto se consegue determinar, o primeiro café – Bottega del Café – abriu em Veneza em 1645. O Café Florian na Praça de São Marcos, um dos mais conhecidos e dos mais caros do mundo, foi aberto pelo Floriano Francescari em 1775.
Os primeiros cafés em Inglaterra, abriram em Oxford em 1650, por um homem chamado de Jacob. Logo de seguida em 1652 começaram a abrir estabelecimentos destes em Londres, onde começaram a proliferar. A França, o café chegou alguns anos depois em (1659).
 
Nos Estados Unidos o café aceite logo de imediato substituindo a “Must” (uma espécie de cerveja), e eleita a bebida do pequeno-almoço. O primeiro Café inaugurado em Nova Iorque, em Kings Arms no ano de 1696, e na Filadélfia em 1700.
 
 
 
 
Do ponto de vista dos bebedores de café existem duas espécies principais, O Coffea Arábica e o Coffea Canephora, a variedade Robusta.
 
Dispersão e Origem das Principais Espécies
 
Coffea Arábica – as variedades mais conhecidas da arábica são a Típica e a Bourbon, apesar de se terem desenvolvido muitas estripes, incluindo a Caturra (que se cultiva no Brasil e na Colômbia), a Mundo Novo (também oriunda do Brasil), Tico (que se cultiva extensamente na América Central), a San Ramon (uma estripe anã) e a mais famosa de todas, a Montanha Azul “Blue Mountain” da Jamaica.
O Coffea Arábica é um arbusto maciço com folhas ovais de um verde-escuro. Os frutos também de forma oval que habitualmente duas sementes planas.
 
Coffea Canephora subespécie Robusta – o termo «Robusta» deriva realmente de uma variedade da Cofea Canephora, que se cultiva em grande escala. O café Robusta é cultivado na África Ocidental e Central, também no Brasil onde é conhecido por Conilon.

O Coffea Robusta trata-se de um arbusto robusto ou uma pequena árvore que chega atingir os 10 metros de altura, mas possui um sistema radicular pouco profundo. Produz uns frutos redondos e necessitam de onze meses para amadurecer. As sementes são ovais e um pouco mais pequenas do que os grãos da Arábica.

 

 
 
 
 
        
                                              Dosagem
Para que se obtenha um bom café a dosagem é essencial. As doses recomendadas são as seguintes:
Dose de café por chávena: ³ 6.0g (aproximadamente uma colher de sopa)
³ 12.0 g / dL (quando se utiliza a cafeteira ou máquina de filtro).
 
 
              Cuidados a ter na conservação do café:
Os moídos são altamente higroscópios (absorvem humidade).
Quando expostos ao ar oxidam muito facilmente (elevada superfície de contacto), o que leva à perda de qualidade do produto e acelera o seu envelhecimento
Temperaturas e O2 elevados levam á rápida oxidação das gorduras.
Melhor forma de armazenar após abertura da embalagem: no frigorífico dentro de um “Tuperware” (recipiente hermético, que permite remover parcialmente o ar no interior da embalagem minimizando a oxidação).
 
                                     Formas de servir Café:
1.Café expresso - Café preto forte, preparado em máquina adequada (pressão), servido em chávena indicada, na quantidade de 5 a 6 cl.
2.Café expresso Romano – Café expresso com uma casca de limão.
3.Café expresso italiano -Café expresso servido em chávena a café na quantidade de 4 cl.
4.Ristretto – O mesmo que café expresso italiano.
5.Café abatanado – Café expresso servido em chávena a chá na quantidade de 6 a 8 cl.
6.Café creme – Café expresso com muita espuma.
7.Café de cevada – Infusão de cevada torrada e moída, servido e preparado da mesma forma que o verdadeiro café.
8.Café de filtro – Café preparado em aparelho denominado filtro, constituído pelo filtro, recipiente metálico, coador muito fino e recipiente para receber o café depois de filtrado.
9.Café Americano – Café expresso ao qual se juntou água para ficar mais fraco, servido em chávena a chá.
10.                   Café misto – Café de filtro ou café expresso feito com uma mistura de 50% de cevada e 50% de café puro.
11.                   Café sem cafeína ou café solúvel – Café solúvel sem cafeína, que se prepara na mesa e serve-se de um modo geral em chávena a chá para facilitar a preparação.
12.                   Carioca de café – Café servido em chávena a café na quantidade de 6 a 7 cl.
13.                   Garoto – Leite com uma pequena quantidade de café, servido em chávena a café na quantidade de 5 a 6 cl.
14.                   Café com leite – Café com leite, servido em chávena a chá na quantidade de 10 a 12 cl. (Pode ser preparado num serviço tradicional, com cafeteira e leiteira separadamente).
15.                   Galão – Copo indicado para este tipo de serviço, preparado na proporção de três quartos de leite para um de café.
16.                   Pingado – Café preparado em chávena a café com algumas gotas de leite.
17.                   Café de balão ou café de bola – Café preparado em aparelho especial constituído por funil, filtro, bola, lamparina a álcool ou aquecimento eléctrico.
18.                   Café de saco – Café preparado em cafeteira, à qual é adicionado o pó de café até ferver, sendo posteriormente filtrado por um filtro de pano-saco. É utilizado essencialmente no serviço de banquetes.
19.                   Café Duplo ou Doppio – Café expresso tirado com dose dupla, servido em chávena chá.
20.                   Mazagran – Refresco de café. Servido num copo de 20 a 25 cl, através da mistura de um terço de café frio (6cl), 12 cl de água, gelo, 10 gr de açúcar e uma rodela de limão.
21.                   Capuccino – Café expresso servido em chávena a chá, coberto com espuma de leite ou chantilly e raspas de chocolate.
22.                   Café vienense – Café expresso servido em chávena a chá com cobertura de natas batidas.
23.                   Café Mocha Café servido em chávena a chá com uma colher a chá de chocolate em pó e coberto com chantily e polvilhado com chocolate.
Aqui vos deixo mais um tipo de café famoso o "Caffé Latte"
BARDOCHEFE

 

 

 


Postado por bardochefe às 20:37
link do post | Dar Opiniões | favorito
Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

AMUSE-BOUCHE

 

 

 O AMUSE-BOUCHE DO BAR

 

 

 

Todos nós sabemos que hoje em dia, a apresentação das bebidas conta muito, mas mais que a sua apresentação temos ainda que investir mais na promoção de Bebidas que queremos vender.

 

Sugiro a todos que experimentem abrir o vosso bar já com o cocktail do dia na mesa, claro apenas uma amostra, mas tentem dar a provar em vez de mostrarem as fotografias.

 

O impacto de promovermos um determinado cocktail através da oferta para prova de um pequeno copo com uma boa apresentação, consegue deixar qualquer cliente com água na boca e o retorno pode ser muito compensador.

 

Um conselho, façam-no primeiro em dias de menor movimento e depois criem esta rotina nos vossos clientes, só depois de analisarem bem os vossos resultados é que poderão pensar em voos mais altos.

 

O Cliente hoje é mais exigente e mais atento e como sabemos precisamos dele, como de ar para respirar portanto tratem os clientes como efectivamente eles merecem ser tratados e não se esqueçam sejam criativos.

 

BARDOCHEFE

 

 

 

 


Postado por bardochefe às 14:49
link do post | Dar Opiniões | favorito
Terça-feira, 24 de Março de 2009

Decorações Cocktails

 

 

Deixo-vos algumas decorações para utilizarem em Cocktails.

 

A originalidade e a utilização de produtos regionais, bem como, a colocação das mesmas no copo serve de suporte à criacção de inumeras decorações elegantes, de simples preparação e economicamente viáveis.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bardochefe 


Postado por bardochefe às 10:47
link do post | Dar Opiniões | ver opiniões (1) | favorito

.Chefe

.pesquisar

 

.Outubro 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


.últimas

. GIN's para todos os Gosto...

. O tal Gin ... Para quem g...

. O CHÁ - A segunda bebida ...

. Para saberem tudo Sobre o...

. FOTOS Pop up Bares

. A moda dos POP-Up's

. Melhores Bebidas do Ano -...

. A ARTE DO CAFÉ

. AMUSE-BOUCHE

. Decorações Cocktails

.Cábula do Chefe

. Outubro 2016

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Janeiro 2011

. Março 2010

. Dezembro 2009

. Maio 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

.tags

. todas as tags

.links

.Chefes Online

Usuários online

.Horas do Chefe

.Chefes do Mundo

.Chefe

.Informação para os Chefes

.Best in...

.You Tube para os Chefes

.Luas do Chefe

.subscrever feeds